Lyrics: Daniel Cordelier Pinheiro Fonseca
Music: Daniel Cordelier Pinheiro Fonseca
Nós nunca vivemos tanto na caverna de Platão como hoje, hoje é que nós estamos a viver na caverna de Platão porque as próprias imagens que nos mostram a realidade, de alguma maneira substituem a realidade
Sou um mero peão no jogo de xadrez
Só que posso voar o que ninguém mais fez
E lá de cima reinar mais que qualquer rei
Te contaram um montão de mentiras, eu sei
Amor, não ligue não, dá block nesses fake
E entra na minha vida só mais uma vez
Baby
Oh não
Tô tirando, tô limando da minha vida os cuzão, vaza
Que se foda, eu não quero escolher religião
Fé
Naquele pique Spinoza, só fecho com o Paizão
Na madruga, na matina eu pego a lua no anzol
Filho do carnaval, cerveja, futebol, gol
Cuidado com a vista quando olhar pro sol
Que dentro do quintal
O mundo é todo seu
Nego eu sou o sol
Sou um mero peão no jogo de xadrez
Só que posso voar o que ninguém mais fez
E lá de cima reinar mais que qualquer rei
Te contaram um montão de mentiras, eu sei
Amor, não ligue não, dá block nesses fake
E entra na minha vida só mais uma vez
Baby
Eu saí da Caverna de Platão
Daniel lá da cova dos leão, ruge
Faz o bem que a vida tem memória
Eu venci minha escória plantando gratidão
Se tudo passa, passa
Passa uma borracha na insegurança, passa
Que eu te levo no compasso da mais linda dança
Aliança no dedo, coração no peito e as criança
Fizeram uma barraca no quintal
Artuzin com a camisa do Vascão
Nada mais se compra com um real
Onde vende essa porra de perdão?
Vai pagar de santa, mas pede tapa na cara na madruga carente
Ela me entende
Toda rainha derretida no peão que pensa diferente
Oh gente
Sou um mero peão no jogo de xadrez
Só que posso voar o que ninguém mais fez
E lá de cima reinar mais que qualquer rei
Te contaram um montão de mentiras, eu sei
Amor, não ligue não, dá block nesses fake
E entra na minha vida só mais uma vez
Baby
Nós estamos , estamos no mundo que chamamos audiovisual, nós estamos insentivamente a repetir a situação das pessoas acorrentadas ou atadas na Caverna de Platão, olhando para frente, vendo sombras e acreditando que essas sombras são realidade