Lyrics: Rhobert Wiliam Santos do Nascimento
Music: Rhobert Wiliam Santos do Nascimento
fora do meu descontrole
controlo tudo que ja não controlo como prole
me mate e me desmate sem se envolver
não existe problema que nunca vai se resolver
sólido igual pedra
maciço igual metal
líquido por dentro
um ser humano plástico
sem plásticas
é a matemática dos mundo
parem de acreditar
matem a mágica dos corpos
possuído por matéria
descontrole simbiótico
encharcado por matéria
abissal ,subnautico
a culpa é das estrelas
num olhar mais semiótico
a culpa é das raizes
num olhar desesperado
acreditar no amor
utopia calculada
desejar o amor
se apegar na humanidade
endeusar o amor
errônia calamidade
entender o amor
é calar suas vontades
fugindo do óbvio eu encontrei veracidade
feche os meus olhos pra ouvir melhor minha voz
sim estou calado, ao contrário, estou berrando
um erro premeditado é dizer que errar é humano
rejeitei meu ciclo, sou francisco oceano
tesetemunho ciclos, ventania, oceano
francamente cético, vendo o passar dos anos
cruel e poético, aceitei meu lado humano
falta de apego
me excedi em material
falta de sussego
quero uma vida normal
shinji ikari make sense
não premiem no senses
tanta coisa está ausente
não é possível que não sentem
eu sinto muito
eu sinto medo
acredito em mitos
desconfio de segredos
hoje cedo
eu acordei e não vi pity
ta mais pra pitstop
não me ligue bitch stop
okay
they don't call me
nada acalma esse ciborgue
they don't call me
nada acalma esse ciborgue
they don't call me
nada acalma esse ciborgue
they don't call me
nada acalma esse ciborgue
ter meus fios entrelaçados é o prólogo
matei quem um dia eu fui e aceitei meu lado robótico
ter meus fios entrelaçados é o prólogo
matei quem um dia eu fui e aceitei meu lado robótico
they don't call me
nada acalma esse ciborgue
they don't call me
nada acalma esse ciborgue
they don't call me
nada acalma esse ciborgue
they don't call me
nada acalma esse ciborgue