Lyrics: Matheus de Almeida Rocha/Thiago Gabriel Vieira/Aislan Queiroz da Costa
Music: Matheus de Almeida Rocha/Thiago Gabriel Vieira/Aislan Queiroz da Costa
Me exalando da abstinência
Um gole profundo, pura poesia
Um canto que ronda toda redondeza
Fazendo o deserto virar maresia
Vingança não vai me levar pra onde eu quero
E quantas verdades que já foram ditas aos nossos que ferem
Tipo sanguíneo que ferve
A raiva é só uma metáfora
Não me confundo pois é o que eles mais querem
Vai pro caralho, eu que causo a febre
O rap correndo nos pulsos
A água que ce passo o pano minha rima que ferve
A eternidade que vive em mim
É só um devaneio a quem olha de longe
Na vida passada eu também morri
Só que nessa aqui vou ser eternamente
Olhando pro mundo com o olhar de criança
Sonhando com o muito e sorrindo com o pouco
Fé pra quem tem esperança
Na correria nois nunca se cansa
Alquimia pra me ligar do sufoco
Na procura das prata e das onça
Vagabundo transforma letras em ouro
E o convite da noite?
Desbravar o mundo em direção ao norte
Falei do bem e seus males
Mais um menino brincando com a sorte
Andei pela sombra do vale, entre a vida e a morte
Também compactuei do cálice
Tem vários tentando a sorte
alquimia
árvore vira papel
palco da poesia
que vibra em sua direção
palavra carrega energia
algumas ideias que dariam um Grammy
usando recursos pra fazer o que posso
soa confuso, nem todos entendem
mas nada vai tirar meu foco
cada linha jab certeiro
movimento as peças do tabuleiro
tipo Beth Harmon, prodígio
altero a frequência com o livre-arbítrio
fanática procura pela batida perfeita
compatibilidade entre Lyanq e a caneta
aliança perfeita tipo o anel de Saturno
e quando eu rimo sentem o Produto Interno Bruto
Como se fosse uma brisa
Tudo vira poesia
Como se fosse uma fonte
É dela que faz magia
Vivendo dia após dia
Tamo nessa correria
Nossa vivência num filme
Tudo vira melodia