Lyrics: Octavio Pro/Izaura Santos
Music: Octavio Pro/Izaura Santos
E a que ela é que é pouca aproveitada na ciúcadade E no orgulho do homem só pensa que elas nunca sabem Mas o que elas fazem em um grande sacrifício Só quem é ruim a batalha toda a minha humana se abertir Se eu vou até falar a manha, se eu me agregarei a pena Por nós que nos expressem, somos só pra carreirar Por só morrer, ah não ter nada que ler, ah não importa quem tu és, mas me sei Se eles não querem ser ruina, se eles não querem ser ruina Batem no pé e pediga-sono, né? Batem no pé e pediga-sono, né? Com lheira é um dia e muito nós, juntas bem unidas, somos capazes E fazendo um do lefro nos normos, eles vão me adiverem Eles vão me adiverem. . . Não se deixem sensibilidade, mulher não é só dona de casa Pra ler tem mãe esposa lá fora, é uma grande professor A comulher, sou a força diva, sou mulher, tanto que a força da vida Sou corrupida pelos meus desejos, sempre futeta da pelas minhas ambições Sou mulher, sou de abante bruto, foi rompestito com a força da massa dobo O caminho descoço umas pedras de proandomo, só o deputado a sua devolvada Só o pé rolar, mas apreciada, há mais apreciada Por só morrer, ah não ter nada que ler, ah não importa quem tu és, mas me sei Se eles não querem ser ruina, se eles não querem ser ruina Patinopei, pediga sonê,