Lyrics: Gabriel Vass/Pedro Valk
Music: Gabriel Vass
Dando punchs mais fortes que Muhammed Ali
Então te encontro ali
E aí você fali
Cala agora não fale
Se cale se cale
Assim você vale
Misturo meu bali com vodka em cálice
Mais brisas que Alice
Procuro o meu álibi
Idiota que rale-se
Se aquiete e só paro se acordar em Paris
E se pensam que me marcam passo em cima igual Scottie P
Porque na levada mano eu sempre sigo estourando
Desde aqui pra vários anos largando só verso insano
Se acha o Sheldon e fica bêbado com Listerine
A marca de todos bagulho não é o que te define
Não tá clara essas ideia? Então se ilumine
Não vai por a cara a tapa então nem assine
Pique louco, clube da luta sou Dursden no soco
Clássico como o Pacman
Sufoco fugindo do padre carden
Disposto, mesmo quando eu só tô zen
Zen zen zen
Segue o padrão eu fujo irmão conspiração pergunto quem quem quem
Que fica são quando a ação de munição termina em bang bang bang
Passei visão, agora vão escutar o irmão no som de
Ligado modo Saitama
Derrubado com uma punch, man
Se levante, man
Não seja insignificante, man
Mal comecei já tá em coma?
E avisa os primo inocente
Quem tá na rima não mente
Não dá com a língua nos dente
Apareci de repente
Não vem com flow repetente
Repito sai da minha frente
Não entendeu até agora o que tá acontecendo
Repete que é rap no pente
Exímio no som, inconsequente
Exibo meu dom, persistente
Pensando na influência com minha eloquência
E nessa língua eu sou fluente
Me dá um tempo que eu tô mal aquencendo
Pra todos manos que tão do meu lado
Os verdadeiro tá ligado que já tão contado
É gratidão eterna, fica o aprendizado
Chama o PA, essa foi piada interna
Pra todos mano que prende puxa passa
Saibam que eu defendo a raça
Só não faz da hotbox uma cortina de fumaça
Porque a visão embaça
E nesse caso eu peço stop!
Pode até ficar louco tomando um shot ou seis
Cantando crazy no mato what does the fox says
O importante mesmo é que nos seus dog days
Você não seja levado pelos cops reis
Não passo pano pra quem passa perna,
Tá marcado parça, não falo de peça
Não me vem com essa arma falsa
Porque o Karma te custa mais caro
Que um tapete persa, peço que se cale
Nas rimas eu tô imerso, sempre no compasso
Sempre compareço, sempre compadeço
Se parar o mundo, eu desço
Se botar no mudo, eu saio ileso e cresço
Mesmo quando só vêem meu tropeço
Pra todos artistas desse mundo
Deixo aqui o meu apreço
Esse rap não passa lá no SBT
Porque eu mato esses inseto com SBP
E de tanto que eu comprei entrei no SPC
Com uma ideia tão à frente põe no TCC
Flow rajada tipo AHK
Flipando de novo, parece um TBT
51 é o DDD
Tamo na casa é a BPC
Sou bicho solto tipo Ratatá
Por mim queimava todos da KKK
Tu pensa que pra mim tá OK?
Eu só consigo pensar KKK
Não aprova o thc, eu mando cês pra pqp
Por isso eu faço rap, mas isso não é pra mercê
E nisso eu sou phd, mais seletivo que MP
Fora da CNTP mas com o mesmo RG
Quem mente e não sente
Com sua mente inocente
Já passou da minha cota
E esse mundo deserda
Com atitude de cobra
Pega essa língua e dobra
Tô tipo 9090,
É só ligar que eu te cobro
Então não esqueça da perda
Te faço pensar o dobro
Pode ficar com o troco
Se suas ideias são lerdas
Eu acelero com a bota
Não paga de poliglota
Falando pouco português
E dizendo muita merda
Não me apego à vícios se tiver comentando sobre bens materiais
Acho isso um desperdício, eu sou bem mais viciado em nossas relações carnais
Observando o solstício, vendo a vida Titanic afundando pelo cais
Onde tudo é um hospício, mas não entro pelas alas pois mantenho os ideias
Até o desgaste jogo o jogo pique Jimmy em Miami
Ultrapassando essas ideia deixo tua mente em pane
Construindo minha jogada e armando como Zidane
Se não pegou a referência, se foda, tu que se dane
E eu chapo e mato no mato, contrato eu tato isso é fato
Com meu retrato maltrato sempre o extrato abstrato
Subo igual jato, é inato, ao mecenato sou grato
E pra quem não apoia a cultura eu desacato esse ato de fato
Trava, tranca e passa, e depois solta essa fumaça
Na praça dou o ar da graça, disfarça se não embaça
Só faça não siga a massa, da caça ganhei a taça
Que assa ultrapassa a raça com as minhas rima te arregaça
Agora eu tô aquecido
Talvez entorpecido
Em torno de garrafas de ácido
Sigo em cima da base assíduo
Assumo a morte como Asuma
Protegendo quem amo
Fazendo com que inimigo suma
Assino meu próprio atestado de óbito
Quando meu dedo pega a caneta
Meu pensamento mórbido
Toma conta da cabeça
E eu sei bem quem
Realmente é aliado, tá no corre do meu lado
E nessas horas não tem pra ninguém
O clima é quente sobe a mais de cem
Atropelo que nem um trem
Então num afoba não
É a BPC gigante conduzindo o volante
Explodindo os falante
Num som sem refrão