Jeitinho Brasileiro (Remastered 2025)

Lyrics: Glacimar Nonato Almeida Music: Glacimar Nonato Almeida (Verso 1)
Daqui da varanda, vejo o sol se pôr lá na serra.
Meu peito é um sertão que só tem saudade da sua terra.
O vento nordestino leva meu verso, meu lamento,
Se fosse um aviador, eu cruzava até o fim do tempo.
(Pré-Refrão)
Mas essa maré é só uma prosa, um causo pra contar depois.
Porque o nosso amor é raiz, é mais forte que cafezal nos trinques do sertão.
(Refrão)
Meu bem, eu te carrego no colo da alma, no gingado do meu peito.
Mesmo com o Brasil inteiro, eu sinto seu cheiro de chuva na terra molhada.
E se o destino nos separa, o verso do universo vai nos unir.
Porque amor tem jeitinho brasileiro e verso até no fim.
(Verso 2)
As estrelas do Cruzeiro são testemunhas desse fogo de palha,
Elas piscam no céu do Pantanal igual ao brilho no seu olhar.
Cada noite é uma seresta tocada no violão da saudade,
Cada dia, um café coado na esperança do nosso reencontro.
(Pré-Refrão)
Mas essa maré é só uma prosa, um causo pra contar depois.
Porque o nosso amor é raiz, é mais forte que cafezal nos trinques do sertão.
(Refrão)
Meu bem, eu te carrego no colo da alma, no gingado do meu peito.
No Brasil inteiro, eu sinto seu cheiro de chuva na terra molhada.
E se o destino nos separa, o verso do universo vai nos unir.
Porque amor tem jeitinho brasileiro e rima até o fim.
(Ponte)
E quando o galo cantar no novo dia, e a estrada encurtar,
Eu te encontro na beira do cais, onde o mar beija o céu de Copacabana.
E o amor vai estar de braços abertos, feito o Cristo Redentor.
(Refrão Final)
Meu bem, eu te carrego no colo da alma, no gingado do meu peito.
No Brasil inteiro, eu sinto seu cheiro de chuva na terra molhada.
E se o destino nos separa, o verso do universo vai nos unir.
Porque amor tem jeitinho brasileiro... e eu vou na sua cola até o fim.