O Pai de Todos

Lyrics: Plauto José Cassabone Poeckel Music: Plauto José Cassabone Poeckel me chamam de Pai de Todos, Todos Nordico, Saiokishin entre os corvos da morte surge o nome de Odin Huggin, Munnin voem leve com o vento fragmentos da "memoria" gera outro "pensamento"
eu nem preciso falar meus corvos falam por mim mas quando eu ditar a palavra só aceite que sim na sombra o silencio causa um conforto ruim eu não quero vencer os Humanos quero vencer o próprio "fim"
Asgard o meu trono o Reino de um Aesir Midgard quero a queda os humanos vão cair Vanaheim foi a pausa criação com os Vanir Jotunheim sangue Gigante na minhas mão vao ruir Alfheim entre os elfos que estão na minha palma Helheim é seu destino la eu mando sua alma Svarltheim onde anões constroem a arma que te mata Nidavellir é o subsolo um lugar para baratas
Deuses desprezíveis no final vao ta em choque Muspelheim verdadeiro Ragnarok Maior entre os maiores e pior do que ceis previa vou acabar oque criaram um novo se inicia
eu busco a reconstrução ditada pelas minhas mãos já tá claro Zeus quem comando os panteão olhe minha real forma e deleite minha presença a orchestra do final e pra todos a sentença
Supremo, eu digo, eu sou supremo sou gigante demais pra esse universo pequeno eu controlo tudo e todos olha bem pra minha cara Sakata Kintoki eu vou te mandar pra valhalla
manipulação o olho que tudo ve eu vi a sua queda e como tu vai morrer mas se sinta honrado foi pelas mãos de Odin vocês que começaram mas e eu "trarei o fim"
o Deus que viu demais joga sal na própria ferida eu vou recomeçar buscando a agua da vida já tenho recipiente não vou voltar atras a nova era se inicia com Deus primordiais
eu vi tudo e tudo se resume em nada nos somos criações algo veio antes de nós so to cumprimendo o papel escrito em minha jornada um Deus sem nome estreme sua voz
aquele que depois do fim algo sentiu aquele que buscou oque ninguém conseguiu aquele obcecado vendo oque ninguém viu entre os fio trago de volta a própria yggdrasil
acima de demônios, acima de falsos reis meu silencio não condiz com tudo aquilo que eu sei nem mesmo o Lobo Fenkir me prende em seus canino eu vou mudar a própria historia e reescrever o meu destino
a Lança que nunca erra num ciclo se encerra começamos com guerra, terminamos com guerra será que depois disso vao mudar a palavra Deus ? mostrei a todos que o fim já começou: EU
nem Buda, Nem Zeus, Nem Vakquiria ou humano são apenas fantoches diante meu plano girando a roleta num efeito kamikaze a verdade se revela demonstrando minha face
descendo da arena subindo sua alma agora vocês sabem a definição de AURA o verdadeiro Deus gera brilho em um Deus sinto que algo maior que vocês me escolheu
eu digno e o resto é moeda de troca bem vindo ao novo mundo que se inicia no fim buscaram tanto um culpado e um verdadeiro vilao vocês não viram mas eu vi quem diria era ODIN