Lyrics: João Gabriel Julio Fontana Music: João Gabriel Julio Fontana Eu to sentindo meus ossos virando pó por dentro, mas viver é ter um problema atras do outro... Preciso descansar pra recompor, A meta de hoje é ser melhor que ontem É proibido abandonar tudo por medo. O sofrimento nos constrói ou nos destrói. Eu vou tentar de novo.
Eu to cansado de pensar demais me deixa em paz No vale da sombra e da morte eu sigo sem olhar pra tras Eu to sem tempo pra colecionar rivais Se quer ser meu inimigo vai ter que se esforçar mais
Ignoro os sinais de qualquer tipo de devaneio A minha mente é um labirinto e eu to perdido la no meio quem se acha 10 e faixa é alvo nesse tiroteio é tanta encheção de saco que eu ja to de saco cheio
Tarde pra pisar no freio, não dá pra parar agora O meu objetivo se encontra além da aurora acelera, eu sou a víbora onívora que devora a formula do tempo e o meu tempo revigora
Vítima dos pesadelos de Pandora mas eu não caibo nessa caixa, então eu to caindo fora A metáfora é que o tempo passa rápido e demora Não vai ficar estagnado vendo seu sonho indo embora
Se você não tem coragem, não adianta ter vontade essa cela não tem grade, sua mente é uma gaiola Para e pensa se compensa, se controla Se eu tiver inspirado eu te faço esquecer onde cê mora
Pega fogo nesse circo eles correm, eu me divirto Eu to sendo antiético apontando o que tá nítido Nunca vi um político vivendo em estado crítico favorecem o estado, eu fortaleço meu espírito
Poesia e ritmo, convicto de que o herói que vem pra salvar minha terra não é um mito não omito sentimentos, nem desvio pensamentos Sempre no melhor momento, atento não me limito
Do silencio vem o grito Da escuridão a luz, morro pelo que acredito, minha fé que me conduz Observo meu reflexo abstrato Um rosto pálido sugando a disposição que eu pus
Missão impossível é encontrar a formula acumulando suplicas, ignorando a logica Se embaraçando em duvidas, as escolhas são multiplas A cada treta turbida a vida fica morbida
Bagunça de quem fuça o mundo procurando novos ares É trampo, vagabundo dá o sangue no freestyle quem foca na superficie só se perde nos detalhes Quem vem perguntando o preço nunca sabe o quanto vale.
Era do caos, sangue bom carater mal Obrigado a usar mil faces de um homem leal Parabola do parapeito e parafal quem muito abusa dessas faces se esquece qual é qual
Onde o sangue pulsa quente O suor é equivalente a cada lagrima que cai e evapora Saliva ácida, epiderme flácida ninguem releva quando eleva o nervo aflora
Vitimas dos pesadelos de Pandora Sempre que o Diabo ri uma mãe chora Maldade deixa brecha, demonio acerta a flecha e antes que o portal se fecha ele incorpora
Vitimas dos pesadelos de Pandora A fraqueza do plano fisico é contar o tempo em horas A ampulheta se esvazia junto com a esperança Não tem tempo pra mudança, a hora é agora!