Lyrics: Gustavo Caliban/Gabriel Ruiz/Monge Inka/Sérgio Fiuza/Tai Naê
Music: Gustavo Caliban/Gabriel Ruiz/Monge Inka/Sérgio Fiuza/Tai Naê
[Gustavo Caliban]
Cheia de curvas e o pedágio caro, o horizonte vasto
Almoçando só em prato razo, aquele pra torra, amendoin torrado
E toca o barco, pica a mula,
Passa a bola antes do intervalo
Café que a fé não costuma falhar, é bem melhor que o celular
É só celar os cavalos que estavam parados no estábulo
E saltar sobre esses obstáculos
Observo esses moleques tão obsecados, violentos e violentados
Pelo mercado modelo, o modelo do mercado
Recebe menos por trabalho dobrado
Andarilho, não pode parar em vão
Essa estrada é sinistra tem muito chão
Segue rumo a conquista da vastidão
No futuro invista
- Com o coração eu lutei!!
[Gabriel Ruiz]
Deus me proteja nos caminhos que eu for trilhar
Quero viver revolução, eu vim para aprender
A minha sina é de um cacheiro viajante
Bota bumbo caixa avante
Desbravante eu quero é conhecer
Todas histórias que nos fizeram
Agradeço as conquistas que a vida proporcionar
Porque se ainda não deu certo não chegou no fim
Acreditar, eu tenho fé, nos meus e em mim
[Tai.Naê]
Estadia temporária, estrada tem rodoviária
Que vão e vem de parada em parada
Para pra beber água
Fora o peso da mochila
Praia chama onda de prata
Prolongou minha visita
Mergulha e tem programa de cardápio
Em cada prato eu tiro a carne
Enquanto o troco que ainda cabe no bolso só o que vale
Acende o fogo em sagitário
Explode o extinto da viagem
A alma pede o corpo chora pra ficar até mais
Faz parte dessa virada
Ver por vez essa miragem
A migrar pra fazer parte
Prova que tudo são lares
Corre dos raios solares
Só lamenta pela parte de voltar para a cidade
Depois dos pés a:
Do rio dessa paisagem onde tudo é só passagem pisando numa folhagem seca soando a graça
Quebra de todas as grades que prendiam a sanidade
Por de trás de uma aparência, aprendi a ser verdade!!
[Gabriel Ruiz]
Deus me proteja nos caminhos que eu for trilhar
Quero viver revolução, eu vim para aprender
A minha sina é de um cacheiro viajante
Bota bumbo caixa avante
Desbravante eu quero é conhecer
Todas histórias que nos fizeram
Agradeço as conquistas que a vida proporcionar
Porque se ainda não deu certo não chegou no fim
Acreditar, eu tenho fé, nos meus e em mim
[Monge Inka]
Respiração no lugar...
Agora solta lentamente...
Deixando se esvaziar
Para adentrar algum espaço falo psiquicamente
(Ooohm...)
Não é esquecer o exterior
Ou não enxergar pessoas ao redor
É o simples fato de olhar pra dentro
Depois olhar pra fora melhor
Oh, ei! E outras formas de vida
Raiva, adianta mas não estanca a ferida
Quero a cura calma para corpos sofridos
Vislumbro corpos quebrados quando os comparo comigo
São Cristóvão x Gramacho - A viagem que faço
Diariamente até a Penha passa-se por um penhasco
Uma casa, um riacho, mais outro tipo de paisagem
Agora desço, jornada de trabalho
Hey, Zaia!