Lyrics: Matheus de Almeida Rocha/Thiago Gabriel Vieira/Aislan Queiroz da Costa/Cauã Filipe de Souza Gomes Music: Matheus de Almeida Rocha/Thiago Gabriel Vieira/Aislan Queiroz da Costa/Cauã Filipe de Souza Gomes e esse mundo podre ofusca o aroma da minha planta flores que me levam de volta pra minha casa a arte abriu minhas asas solo da mente ferve igual deserto do Saara
meus irmão tão fudendo com o mercado fonográfico o beat é sacanagem e o meu verso pornográfico e eu sigo cuspindo fatos Buscapé no registro, fiz a pose, tira a foto
Silêncios que surram Pela madrugada Deixe-me ir, porque em minha cabeça há Todo um cemitério Com tudo que matei, por essa liberdade, por essa liberdade
Sem tempo já não posso olhar para trás É de agora em diante, tô indo muito avante E eles sempre diz, falam que eu mudei, é
Parte do jogo, mantendo o silêncio vencendo a si mesmo E eu já vi o fim
E tô sempre renascendo
Joguei na parada foi efeito dominó Resolvo meus problemas e varios bo Só quero o que é meu mesmo estando na pior Nao ligo mais pra nada, só quero ficar só
Tá jogando sujo, eu te piso e jogo fora Chegando mais um dia de roleta na madrugada Tô chei de fase, noite nos perturbar, tô chei de treta, enfim, não conto com nada
Passando tempo aprendendo com lição Não sou abençoado, não curto cuzao Perdendo juízo carburando erva Noite estrelada te traí com a lua
Nessa solidão minha melhor amiga Intorpeço com essas droga são vitamina Justo pelas notas,só mais um dia Dentro do quarto sem luz do dia
e esse mundo podre ofusca o aroma da minha planta flores que me levam de volta pra minha casa a arte abriu minhas asas solo da mente ferve igual deserto do Saara
meus irmão tão fudendo com o mercado fonográfico o beat é sacanagem e o meu verso pornográfico e eu sigo cuspindo fatos Buscapé no registro, fiz a pose, tira a foto
Eu preciso de foco Mas tá tudo tão caótico Nem tudo tá bonito Prefiro chamar de exótico
Barreiras ilusórias Viram blocos de concreto Nunca quis ser o alvo Mas o tiro é incerto
Muito se fala sobre amor E os traumas que ele traz As vezes passa rápido É nois continua olhando lá pra trás
E silêncio é só uma máquina de cura E a mentira nada é, mais do que uma verdade nua
Somos tão solitários mesmo estando com alguém próximo Somos tão solidários quando o assunto é alguém próximo Somos tão egoistas quando o assunto é em si próprio Somos entorpecidos buscando por alguem sóbrio
Em si as consequências dessa vida que é tão fútil Nada é tão inútil, até as pérolas mais simples São criadas dentro de um studio Mano, não tenho dúvida Em si só tenho ódio E um pensamento que vive sempre em penumbra
e esse mundo podre ofusca o aroma da minha planta flores que me levam de volta pra minha casa a arte abriu minhas asas solo da mente ferve igual deserto do Saara
meus irmão tão fudendo com o mercado fonográfico o beat é sacanagem e o meu verso pornográfico e eu sigo cuspindo fatos Buscapé no registro, fiz a pose, tira a foto
Oh céus, me diga onde devo trilhar? E se eu sumir e não voltar Quem é que vai me procurar?