Alvorada Inerte

Lyrics: Cauã Henrique Dias Da Silva Music: Cauã Henrique Dias Da Silva Tão frio... e pálido será meu ser Não sucumbirá, ante tantas mentiras Histórias que meu reino há de seguir (Salvas ó rei) Histórias de um mal que a corrompeu (Salvas ó rei) Sua insanidade, loucura, catarse A falta de algo que nunca mereceu Insalubridade de um reino caído Nunca foste boa, ó luz que vem do céu Por isso não pense, exista Ao criador, obedeça Se erga, viva Consuma, pereça E se foste criado faça o que tem que fazer Se torne tão vazio e faça a escuridão temer Faça parecer tão bela Parecer tão clara Refrão: Ó rei que não pudera Esquecer o seu passado E aceitar o próprio fracasso Ó rei que não pudera Esquecer o seu passado E aceitar o próprio fracasso Ó criação perdida na luz dos sentimentos Tantos erros se tornam em arrependimentos E para ter o de quem um dia foi Perdas sem meio ao reino que carregue o que a tempos se esqueceu A esperança de recomeçar Querido Deus! Ergua-se aquela escuridão Afogue-se em lágrimas Se entregue à solidão Que pra sempre inferno solene Pra que eles nunca saibam Que por serras e monstros Pra que eles nunca saibam Refrão: Ó rei que não pudera Esquecer o seu passado E aceitar o próprio fracasso Ó rei que não pudera Esquecer o seu passado E aceitar o próprio fracasso