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Lyrics: Gabriel Pereira Oliveira Music: Gabriel Pereira Oliveira Andando como vulto, madrugada adentro, sempre atento a tudo que esse mundo é violento, eu fui criado na selva de concreto onde tem que tá esperto, fazendo o que é necessário nem sempre o que é certo.
Acerto sua mente mando rimas feito dardos, pra quebrar ideia errada que vem nos tornando escravos, o sistema não tem pena mas com os preto ela é máxima, enjaulados como animais isso é uma lástima.
Mágica é sobreviver com o que governo dá, eles são criados pra matar a revolta é consequência, por isso me alimento do que não vão me tirar, porém a sensatez é inimiga da inocência.
Concorrência não tenho, meu papel eu desempenho, se não entendeu eu desenho, que o caminho é um só, não é dividir e conquistar e sim unir e multiplicar, prós meus iguais deixar um legado antes de voltar ao pó.
Antes só do que mau acompanhado, porque até a sombra foge quando o sol aparece, me sentindo escolhido porque sou iluminado, e sempre agradecendo quando faço minha prece.
Refrão
Apressado desde sempre a passos largos vou mais longe, feroz como um samurai mas com a calma de um monge, se o leão aparece as hienas se escondem, com uma mente visionária não vivo preso no ontem.
Observando a cidade como se fosse um ringue, minha tropa só tem sagaz ninguém pode com meu time, estudando o jogo então não me subestime, guerreiro silencioso avançando sem deixa rastro.
3:33 na noite e eu escrevendo essas letras, com o divino ao meu lado guiando minha caneta, construindo meu futuro antes do canto da trombeta, mensageiro da palavra meu nome diz o destino