Lyrics: Welington Rodrigo Alves Calu/Tatiane Almeida de Araújo Calu
Music: Welington Rodrigo Alves Calu/Tatiane Almeida de Araújo Calu
Na dificuldade cadê você
money voto classe e poder
fantoche do sistema marionete
nem que eu sangrar eu vou vencer
Pega visão traje do bom disfarça ladrão
vim do fundão praga aglomera não tem sua missão
quando se cai quem estende a mão
palavra sermão não é verdadeiro te planta ilusão no desespero
quem diz se amigo te afunda primeiro
tapinha no ombro não tem meu respeito
mente parada não traz benefício
vida boa acomoda bandido
carro importado compro com desvio
salário atraso virou um desafio
O maior País da América Latina
Com menor salário infelizmente é a rotina
Minha luta contra isso, já sei o caminho
Conheço o inimigo que mata seu filho
As vezes eu paro começo a pensar
Quais os fatores que geram miséria
O que foi quilombo hoje é favela
Vivendo entre as cruzes
Enfeitando as vielas
luz apagou dinheiro acabou
cadê suas parceira do corre moro
dizia é nois whisky seco
tomei vergonha enxerguei meu valor
se esquivando dos obstáculos da minha trilha
se ausentando dos problemas que geram na minha vida
Na dificuldade cadê você
money voto classe e poder
fantoche do sistema marionete
nem que eu sangrar eu vou vencer
Sou do Paraná interiorzão memo
o mundão da foda cada vez mais louco
se iludiu a casa caiu
o money acabou e o voto sumiu
O governo muda mas não muda o povo
a favela chora com filhos de novo
dificuldade mais um que subiu
poder é da mente o fantoche não viu
independente da classe ou da cor
o respeito prevalece moro
rabiscando o sentido previu
a guerra e fome na rua surgiu
o ódio lacrou a rua traz dor
teatro da vida não sou diretor
nem que eu sangrar eu vou vencer
Na dificuldade cadê você
money voto classe e poder
fantoche do sistema marionete
nem que eu sangrar eu vou vencer