Lyrics: Maria Carolina Freitas da Conceição
Music: Maria Carolina Freitas da Conceição/Daniel de Araújo Oliveira
Não sai da caverna quem quer ficar na sombra
Não atira uma pedra se tu não assume a sua responsa
Não aponte seu dedo...
Se não tá pra somar, então some
Assumo o papel de ser quem sou
Mas, não assumo mais o lugar de ser muleta pra sua dor
Na volta pra casa, quem tapa meu frio não é o seu cobertor
Pra cura da alma são minhas escritas, não o seu amor
De fuga da vida, esquecendo de tudo que passou e passando por cima
A porta tá aberta e eu sei que tu tá de partida
Recalculando a rota...
Não te espero mais abrir a porta,
Porque...Já tô de saída
De peito aberto, sem negar afeto
Numa linha tênue de amores e vícios
Trauma na alma de quem decidiu seguir a vida...
Não quero mais saber o que passou
O que foi, ficou trás e eu vou...
Não quero mais saber o que passou
O que foi, ficou trás e eu vou...
No karma mais uma bala perdida de uma vida ingrata
Acertando o peito... Até queria, mas não sou boneco de lata
Não confio em ninguém... Sempre fui melhor sozinha...
Ninguém nunca me deu o mundo, sempre fui atrás do meu, de cria
Nunca cessaram minha dor...
Sempre fui que curei minhas feridas
Nunca desacreditei do amor...
Só passei a vê-lo por outro ponto de vista
Sem ser pessimista... Mas...
Quando a fala é demais, toda esmola, o santo desconfia
Que fita, passou! Mas não passou... Batida na vista!
Sei que vai e volta, sei que sempre segura e não solta
Mas o que é seu não se corre atrás, nem se implora
De novo, de novo, de novo e de novo?! Não!
Eu já... Fechei a porta!
Quem tá em cima do muro, nunca foi real na proposta...
Quem tá em cima do muro, nunca foi real na proposta...
Não quero mais saber o que passou
O que foi, ficou trás e eu vou...
Não quero mais saber o que passou
O que foi, ficou trás e eu vou...