Lyrics: Larissa de Santana Quirino/Vitor da Costa Ferreira Music: Larissa de Santana Quirino/Vitor da Costa Ferreira/Ryam Henrique Lima De Carvalho De cabeça erguida não tem ideia mansa As minha é Mansa Musa resgatando a herança Problematiza a luta, fala que é vingança Já viram como querem minha imagem semelhança! A Bíblia embranquecida pro opressor é benefício Justifica a escravidão pra uns vive o paraíso Sim, amaldiçoados pelos Estados Unidos Por onde passa separa e deixa destruído
Minhas rimas são ásperas, negros em Disporá Já se perguntou quantos apocalipse viveu a mãe África? Se sente bem com alguém pior pra tirar sua culpa Falsa caridade pra dizer que isso ajuda Precisam da miséria, se move pra se amostra não acabar com a máquina que gera ela Limando os falsos revivo Lima Barreto, baguio segue loko em um processo lento.
Eles não vão ver eu desistir nem substitui do que eu tô em prol Não aceito o que cês querem pra mim Me vi perto do fim hoje sei bem quem sou (2x)
Seguimos sendo resistência Árvore baobá Eles temem nossa existência Iberu em iorubá Invejam da nossa cultura tentam nos copiar Cansada de curar feridas que seu povo causa Transformo o mal que me ronda e o bem que me cerca equilíbrio que eu quero encontrar tomando o que é nosso de assalto, sem bajulação nos devem, vão pagar Reinando no nosso legado, cresço entre os meus chamo de aquilombar De olhos sempre bem abertos se fazem de amigos pra se apropriar
Eu desacreditei em mim, muitas vezes me vi no chão, tentava me encaixar naquela coisa de padrão Mas nesse mal eu pus um fim, tem quem ainda me diga não Em busca do meu próprio sim eu tô com meus dois pés no chão
Eles não vão ver eu desistir nem substitui do que eu tô em prol Não aceito o que cês querem pra mim Me vi perto do fim hoje sei bem quem sou (2x)